Livreto Celebrativo | Posse do Conêgo Victor Guialini na Concatedral Basílica Santúario de Nossa Senhora do Rosário de Fátima


LIVRETO CELEBRATIVO
SANTA MISSA DE POSSE CANÔNICA DO CONÊGO VICTOR GUIALINI 
COMO REITOR DA CONCATEDRAL BASÍLICA SANTÚARIO DE 
NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA
27.10.2025

Presidida por Sua Excelência Dom Maikon Magno
Bispo Diocesano

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

ANTÍFONA DE ENTRADA 
(Sedúlio)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Salve, Santa Mãe, vós destes à luz o Rei que governa o céu e a terra pelos séculos eternos. 

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

LEITURA DA PROVISÃO

O bispo convida a todos para se sentarem, para que seja lida por um diácono ou sacerdote designado a provisão canônica.

O bispo se senta e recebe a mitra.

DIOECESIS LEIRIENSIS-FATIMENSIS
_____________

DOM MAIKON MAGNO
POR MERCÊ DE DEUS E DA SÉ APOSTÓLICA
TITULI DI AULONA
PREFEITO DO DICASTÉRIO PARA CULTO DIVINO E DISCIPLINA DOS SACRAMENTOS
BISPO DIOCESANO DLEIRIA-FÁTIMA

PROVISÃO CANÔNICA
005/2025

Aos diletos filhos espalhados por todo o nosso território diocesano, em especial, o Rev.mo Côn. Victor Giuliani, saúde e paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Cumprindo fielmente os preceitos estabelecidos pelo venerando Código de Direito Canônico, e considerando, com solicitude pastoral, as necessidades emergentes desta Diocese de Leiria-Fátima, desejando prover com prudência e zelo ao bem espiritual dos fiéis da Co-Catedral Basílica Santuário  de N.Srª do Rosário de Fátima, havemos por bem NOMEAR o Reverendíssimo Cônego Victor Giuliani para o ofício de Reitor da Co-Catedral Basílica Santuário  de N.Srª do Rosário de Fátimacom todas as obrigações e faculdades inerentes a tão nobre e sagrado encargo, conforme o direito da Santa Igreja.

Confiando-lhe o cuidado e o pastoreio do povo de Deus que lhe será confiado, determinamos que o mesmo Reverendíssimo proceda com diligência e espírito eclesial ao fiel cumprimento dos deveres próprios do múnus paroquial, nomeadamente:

1. Proclamar, com fidelidade e clareza, a Palavra de Deus, empenhando-se em oferecer aos fiéis uma sólida formação na fé católica, quer por meio de homilias inspiradas e bem preparadas, quer através de momentos de catequese sistemática e evangelização contínua;

2. Fazer da Santíssima Eucaristia o verdadeiro centro da vida comunitária paroquial, promovendo a participação ativa, consciente e frutuosa dos fiéis nas celebrações litúrgicas, segundo o espírito da reforma conciliar;

3. Zelar, com esmero, pela administração diligente dos Sacramentos, incentivando a oração pessoal, familiar e comunitária, e cuidando da sagrada Liturgia com dignidade, reverência e fidelidade às normas litúrgicas em vigor;

4. Promover a vida litúrgica da Paróquia com especial atenção à preparação das celebrações, evitando abusos e garantindo que tudo quanto se realize no altar do Senhor reflita a beleza, a sacralidade e a fé da Igreja;

5. Exercer o ofício de Bom Pastor com espírito de caridade e prudência, buscando conhecer, acompanhar e orientar os seus paroquianos, especialmente os mais pobres, os enfermos e os que se encontram em situações de sofrimento, sendo-lhes presença viva do Cristo Pastor;

6. Reconhecer o lugar e a missão dos fiéis leigos na vida eclesial, incentivando os movimentos, associações e grupos existentes, favorecendo uma vivência plena da sinodalidade e da corresponsabilidade eclesial, em estreita comunhão com o Bispo, o presbitério e toda a Igreja particular;

7. Representar juridicamente a Paróquia em todos os assuntos civis e canónicos que a ela digam respeito, bem como administrar com prudência, honestidade e transparência os bens temporais confiados à comunidade;

8. Aplicar as Missas pelo povo a si confiado, conforme o preceito canónico, e manter os fiéis devidamente informados sobre a vida pastoral, espiritual e administrativa da paróquia;

9. Cumprir com diligência todas as disposições emanadas desta Sé Diocesana, bem como as normas universais da Igreja, no exercício do seu ofício, sempre em espírito de obediência e fidelidade à missão recebida.

Determinamos que esta nossa Provisão seja lida publicamente e com solenidade durante a Celebração de Posse Canônica, que deverá ocorrer no contexto de uma Santa Missa, com a presença significativa dos fiéis da comunidade paroquial. Esta celebração poderá ser presidida por Nós mesmos, por um Delegado Episcopal, ou por outro presbítero por Nós devidamente designado.

A cerimônia deverá ser registrada em ata própria, a qual será assinada pelas autoridades eclesiásticas presentes e arquivada nos arquivos oficiais da Cúria Diocesana, devendo uma cópia ser conservada igualmente no arquivo paroquial, conforme as normas vigentes.

Esta Provisão entra em vigor na data de sua leitura pública e permanecerá válida até que se determine o contrário por ato formal desta mesma Diocese. Ficam revogadas todas as disposições em contrário.

Confiamos o novo Pároco, e toda a sua missão nesta amada porção do rebanho do Senhor, à poderosa intercessão da Santíssima Virgem Maria, Senhora do Rosário de Fátima, para que o acompanhe, proteja e inspire, e à guarda do Glorioso São José, Patrono da Igreja Universal, para que o fortaleça no cumprimento fiel de seu ministério sacerdotal.

Dado e passado na Cúria Diocesana de Leiria-Fátima, aos vinte e um dias do mês de outubro do ano do Senhor de dois mil e vinte e cinco, sob o patrocínio da Bem-Aventurada Virgem Maria de Fátima.

Com afeto e bênção, em Cristo e Maria.
 Maikon Magno
Tituli di Aulona 
Bispo Diocesano

PROFISSÃO DE FÉ E JURAMENTO DE FIDELIDADE

O novo Pároco, diante do bispo, faz a sua profissão de fé e juramento de  fidelidade. 

O diácono ou o sacerdote responsável pelo Livro dos Evangelhos permanece à direita do Pároco, para que este possa tocar o Livro durante o juramento de fidelidade.

Eu, Conêgo Victor Guialini, creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber: 
Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém. 
Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal. Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes. Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pelo Colégio dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.

Eu, Conêgo Victor Guialini, ao assumir o ofício de Reitor da Concatedral Basílica Santúario de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico. Com obediência cristã seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e estes Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos. 

Terminada a profissão de fé e fidelidade, o bispo de pé prossegue com o ato penitencial.

ATO PENITENCIAL

Pres.: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio:
Pres.: Confessemos os nossos pecados:
Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa,
Em seguida, continuam:
E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Segue-se a absolvição sacerdotal:  
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.  
GLÓRIA
(Glória a Deus nas alturas)

Canta-se ou recita-se o hino Glória a Deus nas alturas.

GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS. (BIS)

SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, NÓS VOS ADORAMOS,
NÓS VOS GLORIFICAMOS, NÓS VOS DAMOS GRAÇAS
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.

GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS. (BIS)

SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.

GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS. (BIS)

SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS, O SENHOR,
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DO PAI,
GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM.

GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS. (BIS)

ORAÇÃO COLETA

Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Senhor Deus, concedei aos vossos servos e servas a perfeita saúde de alma e de corpo, e, pela gloriosa intercessão da Bem-aventurada sempre Virgem Maria, livrai-nos das tristezas do tempo presente e conduzi-nos às alegrias eternas. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Zc 2,14-17))

Leitor: Leitura do Profeta Zacarias.  
“Rejubila, alegra-te, cidade de Sião, eis que venho para habitar no meio de ti, diz o Senhor. Muitas nações se aproximarão do Senhor, naquele dia, e serão o seu povo. Habitarei no meio de ti, e saberás que o Senhor dos exércitos me enviou a ti.  O Senhor entrará em posse de Judá, como sua porção na terra santa, e escolherá de novo Jerusalém. Emudeça todo mortal diante do Senhor, ele acaba de levantar-se de sua santa habitação”.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 44)  

À VOSSA DIREITA SE ENCONTRA A RAINHA, COM VESTE ESPLENDENTE DE OURO DE OFIR.   

— AS FILHAS DE REIS VÊM AO VOSSO ENCONTRO, E À VOSSA DIREITA SE ENCONTRA A RAINHA COM VESTE ESPLENDENTE DE OURO DE OFIR. ℟.  

— ESCUTAI, MINHA FILHA, OLHAI, OUVI ISTO: ESQUECEI VOSSO POVO E A CASA PATERNA! QUE O REI SE ENCANTE COM VOSSA BELEZA! PRESTAI-LHE HOMENAGEM: É VOSSO SENHOR! ℟.  

— ENTRE CANTOS DE FESTA E COM GRANDE ALEGRIA, INGRESSAM, ENTÃO, NO PALÁCIO REAL. ℟.
ENTREGA DO LIVRO DOS EVANGELHOS

Terminada a segunda leitura (ou o Salmo Responsorial), estando todos sentados. 

O novo Pároco se coloca de joelhos diante do bispo. 

O Diácono, ou sacerdote, que entrou com o Livro dos Evangelhos toma solenemente o Livro que esta sobre o altar e entrega ao bispo. 

O bispo entrega o Livro dos Evangelhos ao novo Pároco, dizendo:
Pres.: Recebe este Evangelho de Cristo, do qual foste constituído mensageiro. Transforma em fé viva o que lês, ensina aquilo que crês e procura realizar o que ensinas.

Pároco: Dai-me a vossa bênção.
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Pároco: Amém.

O Pároco fica de pé, tendo o Livro dos Evangelhos em suas mãos e sendo ladeado por dois ministros com velas.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
ALELUIA, ALELUIA! 
ALELUIA, ALELUIA!
EVANGELHO
(Mt 12,46-50)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: 
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Mateus
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: 
Naquele tempo, enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo”. Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.
℣.Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS SACERDOTAIS 

Terminada a homilia, o bispo se senta, recebe a mitra e o báculo (caso não tenha feito uso durante a homilia). 

O novo Pároco se coloca diante do bispo. 

Pres.: Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito que prometeste na ordenação. Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem Episcopal, apascentando o rebanho do Senhor, sob a direção do Espírito Santo?
Pároco: Quero! 

Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo para louvor e glória de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja? 
Pároco: Quero! 

Pres.: Queres unir-te cada vez mais ao Cristo, Sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser com Ele consagrado a Deus para a salvação dos homens? 
Pároco: Quero! 

Pres.: Queres com dignidade e sabedoria desempenhar o ministério da Palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica? 
Pároco: Quero com a Graça de Deus!

O bispo recebe o báculo. 

O novo Pároco se aproxima do bispo, se ajoelha e põe suas mãos postas entre as do bispo. 

Pres.: Prometes reverência e obediência a mim e aos meus sucessores? 
Pároco: Prometo! 

Pres.: Deus, que inspirou este bom propósito, te conduza sempre mais à perfeição. 
Pároco: Amém!

ENTREGA DE SÍMBOLOS E/OU OBJETOS LITÚRGICOS REPRESENTANDO O MINISTÉRIO ASSUMIDO

Pelo corredor central entram os símbolos e/ou objetos litúrgicos que representam o ministério assumido. 

Os responsáveis, todos juntos, entram até o meio da igreja. A partir daí entra um por vez. 
Sendo que o próximo continua a caminhada somente quando o símbolo e/ou objeto litúrgico anterior já tenha sido entregue.

Entrada e entrega das chaves da igreja: 
Pres.: Recebe as chaves da igreja e cuida da parte do povo de Deus que te é confiada. Desempenha com verdadeira caridade e contínua alegria a missão de Pároco, 
procurando em tudo agradar a Cristo,  o Bom Pastor, do qual foste constituído ministro.

Entrada e entrega do óleo dos catecúmenos: 
Pres.: Recebe o óleo que será utilizado no Batismo dos novos filhos de Deus. Cuida para que a vida divina recebida neste sacramento cresça e se desenvolva sempre mais no coração dos fiéis. 

Entrada e entrega da chave do sacrário:
Pres.: Lembra-te de que a Eucaristia é ápice e a fonte de todo culto e da vida cristã, em que se realiza a unidade do povo de Deus e se completa a construção do Corpo de Cristo. Por isso, recebe a chave do sacrário e zela com todo o cuidado para que a Eucaristia seja o centro de toda a ação pastoral e de toda a vida desta Paróquia.

DECLARAÇÃO SOLENE DE EMPOSSADO COMO PÁROCO E SAUDAÇÃO AO BISPO

Pres.: Eu, Dom Maikon Magno, Bispo Diocesano da Diocese de Leiria-Fátimadeclaro solenemente empossado como Reitor da Concatedral Basílica Santúario de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, o Reverendíssimo Senhor, Conêgo Victor Guialini

ACOLHIDA DO PÁROCO

Pres.: A paz esteja contigo.
Pároco:: O amor de Cristo nos uniu.

O bispo saúda o novo pároco.
LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.:  Acolhei, Senhor, as orações do vosso povo com a oblação deste sacrifício, para que, por intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe do vosso Filho, todos sejam atendidos em suas preces e confirmados em suas súplicas. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO DOS SANTOS PASTORES I
(Prefácio da Bem-aventurada Virgem Maria I)

Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.:  Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso e, na Festa de Maria, sempre Virgem, louvar, bendizer e proclamar a vossa glória. Por obra do Espírito Santo ela concebeu o vosso Filho Unigênito e, sem perder a glória de sua virgindade, deu ao mundo a luz eterna, Jesus Cristo, Senhor nosso. Por ele, vos louvam os Anjos, vos adoram as Dominações, tremem as Potestades; o céus e as Forças celestes com os Serafins, unidos, vos celebram exultantes. Concedei também a nós associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO

℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e   o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo 
Une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!


Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo.
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.
℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa João Paulo e o nosso Bispo Diocesano Dom Maikon Magno, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.
Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
*Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

DOXOLOGIA

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 
℟.: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
 
FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente.  Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Creio, ó meu Jesus, que estais presente no Santíssimo Sacramento. Amo-vos sobre todas as coisas e desejo possuir-vos em minha alma. Mas como agora não posso receber-vos sacramentalmente, vinde ao menos espiritualmente ao meu coração. E, como se vos tivesse já recebido, uno-me inteiramente a vós; não consintais, Senhor, que de vós jamais me aparte.

COMUNHÃO

ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Cf. Lc 11,27)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Feliz o ventre da Virgem Maria que trouxe o Filho do Pai eterno. 
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: 
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Senhor, ao receber os sacramentos celestes, pedimos vossa clemência para que, alegrando-nos com a comemoração da Bem-aventurada Virgem Maria, imitemos as suas virtudes e colaboremos generosamente no mistério da nossa redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
LEITURA DA ATA DE POSSE

Chanceler ou sacerdote: Aos Vigésimo sétemino do mês de outubro do Ano do Senhor de dois mil e vinte e cinco, às vinte e duas horas, na Concatedral Basílica Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, situado no Arciprestado de Fátima, Diocese de Leiria-Fátima, deu-se a solene cerimônia de posse canônica do Rev.mo Cônego Victor Guialini, nomeado Reitor deste Santuário Mariano, pelas mãos de Sua Excelência Reverendíssima Dom Maikon Magno, Bispo Diocesano de Leiria-Fátima. A celebração teve início com o canto de entrada e a acolhida do Bispo Diocesano, que foi recebido com júbilo pelos fiéis e pelo clero presente. Seguiu-se o rito inicial com a veneração da Santa Cruz e a aspersão do povo de Deus, em sinal de purificação, bênção e renovação da fé. Em seguida, iniciou-se a Santa Missa Solene, celebrada em ação de graças pela nova etapa deste Santuário, lugar sagrado de oração e peregrinação, dedicado à Santíssima Virgem Maria, sob o título do Rosário de Fátima. Durante o rito de posse, foi lido o Decreto de Nomeação Canônica, mediante o qual o Rev.mo Cônego Victor Guialini foi oficialmente investido na função de Reitor deste Santuário. Em seguida, o novo Reitor realizou publicamente a Profissão de Fé e o Juramento de Fidelidade, conforme as prescrições do Direito Canônico e da Santa Igreja, comprometendo-se a exercer com zelo, fidelidade e obediência o ministério que lhe é confiado. O Ex.mo e Rev.mo Bispo Diocesano, Dom Maikon Magno, procedeu à entrega dos símbolos do ministério reitoral: a chave do Santuário, sinal do cuidado e da responsabilidade pela Casa de Deus; a chave do Sacrário, sinal da vigilância e do zelo pelo Santíssimo Sacramento, centro espiritual deste lugar santo; Conduzindo o novo Reitor ao altar da Santíssima Virgem, Dom Maikon Magno confiou-lhe o cuidado espiritual e pastoral deste Santuário, exortando-o a ser homem de oração, acolhimento e misericórdia, servindo a todos os peregrinos com o coração de pastor, a exemplo da Mãe de Deus, modelo perfeito de fé e de entrega. Estiveram presentes sacerdotes, diáconos, seminaristas e numerosos fiéis vindos de diversas comunidades, todos unidos em espírito de comunhão eclesial e de alegria. Durante sua homilia, o Bispo Diocesano recordou a grande missão dos reitores dos santuários, chamados a ser guardiões da fé e instrumentos de consolo para o povo de Deus, e convidou o novo Reitor a fazer de sua vida um contínuo “sim” à vontade divina, imitando a Virgem de Fátima. Ao término da celebração, o Rev.mo Cônego Victor Guialini elevou seu agradecimento a Deus, ao Bispo Diocesano, aos confrades no sacerdócio e a todo o povo fiel, colocando seu ministério sob a maternal proteção de Nossa Senhora do Rosário de Fátima. Em gesto de profunda devoção, consagrou seu serviço ao Imaculado Coração de Maria, pedindo que o Santuário continue sendo casa de oração, luz e esperança para todos os que buscam a presença do Senhor.  

Lavrou-se a presente Ata Solene de Posse Canônica do Reitor da Concatedral Basílica Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, que será registrada nos Arquivos do Santuário e nos Anuários Oficiais da Diocese de Leiria-Fátima, para memória e testemunho de comunhão, obediência e serviço à Igreja de Cristo.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: O Deus de bondade que, pelo Filho da Virgem Maria quis salvar o gênero humano vos enriqueça com sua bênção.
℟.: Amém.

Pres.: Seja-vos dado sentir sempre e por toda parte a proteção da Virgem, por quem recebestes o autor da vida.
℟.: Amém.

Pres.: E vós, reunidos hoje para celebrar com fervor sua solenidade, possais colher a alegria espiritual e o prêmio eterno.
℟.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.:
  E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho  e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
O povo responde:
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

Postar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem